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Sem brilho, sem entusiasmo, sem alegria e sobretudo sem protocolo, assim decorreu a sessão dita de solene, que teria intenção de comemorar o 26º aniversário da elevação de Grijó a Vila. Comemorado foi ,mesmo que apenas com um Porto e uns docinhos o seria também, mas a data é demasiado importante para que não tivesse sido feito um guião de acordo com a valia da Vila de Grijó.

Em nosso entender deveriam ser convidados todos os ex-Presidentes de Junta desde 1974, todos os membros eleitos e em funções em 1987, lidos enxertos da problemática que foi a elaboração do processo. Estávamos em 1987, não existiam tele-moveis, poucos computadores e não portáteis, não existia net, mas apesar disso está tudo documentado e bem que poderia e deveria ter sido alvo de destaque nesta sessão solene.

Nada disso, vimo-nos confrontados com dois discursos neutros de utilidade para o ato, mais políticos que de engrandecimento de Grijó, assim foram os discursos do Senhor Presidente da Junta e do Senhor Presidente da Assembleia Municipal, que pretendeu incompreensivelmente falar da política do presente e defender a política do passado a nível nacional. Salvou-se a intervenção do Sr. Presidente da Assembleia de Freguesia.

As Colectivadades foram convidadas, não soubemos quantas estiveram presentes, deveriam ser chamados todos os Presidentes das mesmas, e deveriam ter levado com eles a bandeira da sua Colectividade.

Enfim, até S. Pedro não esteve com o evento, e fez chorar forte e feio o céu descarregando imensa chuva.

Valeu a intenção, mas como ontem dizíamos, hoje voltamos a referir, e mais justificadamente, Grijó merece Mais e Melhor.

Para 2014 deverá existir mais, e esperamos que melhor, sendo que deixo a sugestão, crie-se uma comissão isenta de política que elabore um programa de acordo com a grandiosidade da nossa Vila, que deve tornar-se independente o mais rápido possivel.

A ver vamos

Francisco Borges